Educação Sexual para Adolescentesconhecer para prevenir
1. Porque Educação Sexual na Escola :
A educação sexual busca ensinar e esclarecer questões relacionadas ao sexo, livre de preconceito e tabus. Antigamente e ainda hoje, falar sobre sexo provoca certos constrangimentos em algumas pessoas, mas o tema é de extrema importância, pois esclarece dúvidas sobre preservativos, DSTs, organismo masculino e feminino, anticoncepcionais e gravidez.
O objetivo principal da educação sexual é preparar os adolescentes para a vida sexual de forma segura, chamando-os à responsabilidade de cuidar de seu próprio corpo para que não ocorram situações futuras indesejadas, como a contração de uma doença ou uma gravidez precoce e indesejada. Infelizmente o ser humano tende a acreditar que o perigo sempre está ao lado de outras pessoas e que nada irá acontecer com ele mesmo, o que o coloca vulnerável a tais situações.
Os meios de comunicação, entre tantos outros que utilizam o sexo para chamar a atenção das pessoas, acabam por estimular e criar curiosidades precoces até em crianças, o que dificulta bastante o processo de conscientização e responsabilidade individual dessas sobre o assunto. Dessa forma, se torna cada vez mais importante ensinar os adolescentes quanto ao assunto, isso dentro de casa e nas instituições de ensino.
Uma adolescente que engravida nesse período de transição corpórea pode sofrer muitos problemas de saúde, como anemia, parto prematuro, vulnerabilidade a infecções, depressão pós-parto, hipertensão, inchaço, retenção de líquidos, eclampsia, convulsões e até mesmo a morte. Apesar de problemas fisiológicos, quando uma adolescente engravida, ela passa também por problemas psicológicos, pois a mudança de vida rápida exige grande adaptação e isso pode gerar conflitos, pois uma grande etapa de sua vida foi pulada.
1.1 POR QUE FALAR :
Muitos pais acreditam que as crianças não devem fazer perguntas sobre sexo por acreditar que não possuem idade suficiente para entender, considerando, portanto, um absurdo qualquer menção a este assunto. Muitos adultos se escondem, sentem vergonha ou evitam ao máximo tocar no assunto. Embora seja mais fácil, o silêncio não é a saída mais adequada no que se refere às questões sexuais. Até por que, o silêncio também ensina........mas ensina mal, muito mal, ao estilo: quem cala consente.
As razões descritas no quadro a seguir vão ajudá-lo a formar opiniões mais sólidas e irão reafirmar a sua opção pela busca de uma educação sexual consciente e aberta:
As razões descritas no quadro a seguir vão ajudá-lo a formar opiniões mais sólidas e irão reafirmar a sua opção pela busca de uma educação sexual consciente e aberta:
1.2 Por que evitar o assunto não é o melhor remédio?
Porque os amigos, os livros, a televisão, a internet não irão formar valores e construir noções responsáveis sobre o sexo, muito menos irão preparar seu filho emocionalmente para as escolhas da vida;
Porque cada vez que você fala para seu filho que é a cegonha que traz os bebês, ele percebe que as suas informações não correspondem à verdade e que você não é uma fonte confiável;
Porque evitar falar sobre sexo ou contar mentirinhas sobre isso contribuem para a manutenção do sexo como tabu;
Porque ele não vai ter com quem contar quando precisar de um conselho, de uma opinião e até de limites;
Porque você estará perdendo uma oportunidade maravilhosa de oferecer uma educação diferente, esclarecedora, que conduz à felicidade.
1. NÃO ESPERE PRECISAR FALAR SOBRE SEXO.
A educação sexual deve começar antes mesmo da criança nascer. A sexualidade não é algo à parte do indivíduo. Ela faz parte de todo o desenvolvimento humano. Ensine seu filho desde cedo a utilizar essa energia de maneira equilibrada e seja a fonte segura e amiga para ele tirar as dúvidas e seguir diretrizes.
A educação sexual deve começar antes mesmo da criança nascer. A sexualidade não é algo à parte do indivíduo. Ela faz parte de todo o desenvolvimento humano. Ensine seu filho desde cedo a utilizar essa energia de maneira equilibrada e seja a fonte segura e amiga para ele tirar as dúvidas e seguir diretrizes.
2. MANTENHA-SE INFORMADO.
Procure estar sempre por dentro de estatísticas, novas informações e conceitos. Informar corretamente, com honestidade e valores é essencial para ser um bom educador sexual.
Procure estar sempre por dentro de estatísticas, novas informações e conceitos. Informar corretamente, com honestidade e valores é essencial para ser um bom educador sexual.
3. ESTABELEÇA LAÇOS DE AMIZADE
Participe da vida do seu filho e respeite a infância, mostrando consideração e estimando as conquistas do seu pequeno. Mostre-se compreensivo e esteja presente para orientar a jornada do adolescente.
Participe da vida do seu filho e respeite a infância, mostrando consideração e estimando as conquistas do seu pequeno. Mostre-se compreensivo e esteja presente para orientar a jornada do adolescente.
4. TENHA UMA ROTINA SAUDÁVEL
Assista menos TV, jogue menos vídeo game. Faça piquenique em família, passeios divertidos, visitas a zoológicos, brincadeiras construtivas. Trabalhe menos e passe mais tempo com seu filho. Nada é mais importante do que sua presença.
Assista menos TV, jogue menos vídeo game. Faça piquenique em família, passeios divertidos, visitas a zoológicos, brincadeiras construtivas. Trabalhe menos e passe mais tempo com seu filho. Nada é mais importante do que sua presença.
5. PROCURE UM PROFISSIONAL, SE NECESSÁRIO
Muitas questões podem ser resolvidas pelos pais, mas se você perceber algo preocupante na conduta do seu filho, procure um profissional qualificado para melhor orientá-lo. Preste atenção nas reações e emoções da criança, percebendo seu desenvolvimento psicológico.
Muitas questões podem ser resolvidas pelos pais, mas se você perceber algo preocupante na conduta do seu filho, procure um profissional qualificado para melhor orientá-lo. Preste atenção nas reações e emoções da criança, percebendo seu desenvolvimento psicológico.
6. SEJA HONESTO
Acima de tudo, seja sempre verdadeiro. Não esconda, não disfarce, não minta. Você é o exemplo da criança. Seja e aja como você gostaria que ela fizesse.
Acima de tudo, seja sempre verdadeiro. Não esconda, não disfarce, não minta. Você é o exemplo da criança. Seja e aja como você gostaria que ela fizesse.
7. DESENVOLVA VALORES:
As informações sobre sexo precisam ser completas e precisam envolver valores e senso crítico. Faça seu filho pensar e analisar juntamente com você o que é certo e o que é errado; Nunca se restrinja apenas a dar a informação. De maneira carinhosa, insira valores em tudo o que você fala, faça seu filho relembrar questões já trabalhadas e pergunte se ele quer saber algo e se você pode ajudá-lo.
As informações sobre sexo precisam ser completas e precisam envolver valores e senso crítico. Faça seu filho pensar e analisar juntamente com você o que é certo e o que é errado; Nunca se restrinja apenas a dar a informação. De maneira carinhosa, insira valores em tudo o que você fala, faça seu filho relembrar questões já trabalhadas e pergunte se ele quer saber algo e se você pode ajudá-lo.
8. ESTEJA DISPONÍVEL
Saiba ouvir e mostre-se disposto a responder qualquer dúvida. Se uma pergunta apareceu e a ocasião ou o tempo não estão favoráveis para uma explicação detalhada, guarde-a para depois. Assim, você evita interpretações erradas ou informações incompletas. Se seu filho estiver interessado e o papo estiver sendo produtivo, aproveite o momento para expor suas preocupações e para mostrar o caminho que você gostaria que ele seguisse;
Saiba ouvir e mostre-se disposto a responder qualquer dúvida. Se uma pergunta apareceu e a ocasião ou o tempo não estão favoráveis para uma explicação detalhada, guarde-a para depois. Assim, você evita interpretações erradas ou informações incompletas. Se seu filho estiver interessado e o papo estiver sendo produtivo, aproveite o momento para expor suas preocupações e para mostrar o caminho que você gostaria que ele seguisse;
3. Sexo e Sexualidade:
SEXO é a palavra que usamos para definirmos biologicamente o gênero (masculino / feminino) da pessoa quanto ao seu órgão reprodutivo.
q Popularmente usa-se para referir ao ato sexual (penetração).
Sexualidade é...
q Uma maneira de cada pessoa se descobrir e descobrir os outros.
q “Eu aprender a gostar de mim e aprender a gostar dos outros.”
q Uma parte integrante da vida do ser humano. Pode-se expressar através de beijos, carinho, abraços... e não somente através da relação sexual.
q Cada pessoa vive-a de uma forma distinta, única e irrepetível!
4. Adolescência e Sexualidade:

Alterações morfológicas e fisiológicas no organismo.
A puberdade é um período de transição do desenvolvimento humano, correspondente à passagem da fase da infância para a adolescência, circunstanciada por transformações biológicas de âmbito comportamental e corpóreo, conferindo pelo surgimento dos caracteres sexuais secundários diferenciados de acordo com o gênero.
No organismo masculino tais variações da maturação geralmente ocorrem entre a faixa etária dos 12 aos 14 anos de idade, e para o biótipo feminino esse arco caracteriza-se a partir da primeira menstruação, também denominada de menarca, conferindo maturidade por volta dos 10 aos 13 anos de idade.
Contudo, em condições normais os hormônios não são totalmente exclusivos de cada sexo, as glândulas sexuais bem como as supra-renais de ambos os sexos produzem estrógeno e testosterona, em níveis de concentração tolerantes e adequados ao desenvolvimento masculino e feminino.
No organismo masculino tais variações da maturação geralmente ocorrem entre a faixa etária dos 12 aos 14 anos de idade, e para o biótipo feminino esse arco caracteriza-se a partir da primeira menstruação, também denominada de menarca, conferindo maturidade por volta dos 10 aos 13 anos de idade.
Contudo, em condições normais os hormônios não são totalmente exclusivos de cada sexo, as glândulas sexuais bem como as supra-renais de ambos os sexos produzem estrógeno e testosterona, em níveis de concentração tolerantes e adequados ao desenvolvimento masculino e feminino.

Os principais caracteres sexuais secundários individuais induzidos à estrutura corpórea humana são:
Masculino
- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila), inguinais (pubianos) e torácicos (peito);
- aumento em volume dos testículos e tamanho do pênis;
- crescimento de pêlos faciais (barba);
- oscilação com posterior entonação da voz;
- alargamento da omoplata (escápula /ombros);
- desenvolvimento da massa muscular;
- aumento de peso e estatura;
- início da produção de espermatozóides(semenarca ).
Feminino
Masculino
- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila), inguinais (pubianos) e torácicos (peito);
- aumento em volume dos testículos e tamanho do pênis;
- crescimento de pêlos faciais (barba);
- oscilação com posterior entonação da voz;
- alargamento da omoplata (escápula /ombros);
- desenvolvimento da massa muscular;
- aumento de peso e estatura;
- início da produção de espermatozóides(semenarca ).
Feminino
- expansão óssea da cintura pélvica (bacia);
- princípio do ciclo menstrual(menarca)
- surgimento de pêlos nas regiões axilares (axila) e inguinais (pubianos);
- depósito de gordura nas nádegas, nos quadris e nas coxas;
- desenvolvimento das mamas.
É na adolescência que também se inicia o interesse pelas relações afetivas e sexuais. Por isso, é normal que os adolescentes manipulem o próprio corpo (masturbação) em busca de sensações prazerosas.

5. Gravidez na Adolescência

Os desafios de uma gravidez precoce
A gravidez precoce está se tornando cada vez mais comum na sociedade contemporânea, pois os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo.
A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entramos em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as conseqüências. Por isso o número de mães jovens e solteiras vem crescendo consideravelmente.
A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entramos em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as conseqüências. Por isso o número de mães jovens e solteiras vem crescendo consideravelmente.
É muito importante que haja diálogo entre os pais, os professores e os próprios adolescentes, como forma de esclarecimento e informação. Mas o que acontece é que muitos pais acham constrangedor ter um diálogo aberto com seus filhos, essa falta de diálogo gera jovens mal instruídos que iniciam a vida sexual sem o mínimo de conhecimento. Alguns especialistas afirmam que quando o jovem tem um bom diálogo com os pais, quando a escola promove explicações sobre como se prevenir, o tempo certo em que o corpo está pronto para ter relações e gerar um filho, há uma baixa probabilidade de gravidez precoce e um pequeno índice de doenças sexualmente transmissíveis.
O prazer momentâneo que os jovens sentem durante a relação sexual transforma-se em uma situação desconfortável quando descobrem a gravidez.
É importante que quando diagnosticada a gravidez a adolescente comece o pré-natal, receba o apoio da família, em especial dos pais, tenha auxílio de um profissional da área de psicologia para trabalhar o emocional dessa adolescente. Dessa forma, ela terá uma gravidez tranqüila, terá perspectivas mais positivas em relação a ser mãe, pois muitas entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e de sua liberdade.

6.
São os métodos que evitam a gravidez. São eles:
6.1 Camisinha Masculina:

Camisinha: um método simples de se evitar a gravidez indesejada e DSTs.
O uso da camisinha, desconsiderando a abstinência sexual, é o único método contraceptivo capaz de prevenir não só a AIDS, mas uma gama de doenças sexualmente transmissíveis; quando utilizada em todas as modalidades sexuais (genital, oral e anal). Assim, compreender como se faz o uso desta é necessário.
Para garantir a segurança, é importante que o preservativo em questão seja de qualidade, e que não tenha ultrapassado o prazo de vencimento. Além disso, nunca deve ser utilizada vaselina ou outro tipo de óleo para lubrificação: prefira camisinhas que já contenham substâncias especiais para este fim, ou adquira lubrificantes especiais, à base de água
Para garantir a segurança, é importante que o preservativo em questão seja de qualidade, e que não tenha ultrapassado o prazo de vencimento. Além disso, nunca deve ser utilizada vaselina ou outro tipo de óleo para lubrificação: prefira camisinhas que já contenham substâncias especiais para este fim, ou adquira lubrificantes especiais, à base de água
Procedimentos de uso:
A camisinha deve ser colocada quando o pênis estiver ereto, antes da penetração. Para tal, é necessário abrir a embalagem, delicadamente, com as mãos.
Importante: Nunca utilizar tesoura, dentes ou outros métodos alternativos, uma vez que podem rasgar o preservativo, inutilizando-o.
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1) Após a retirada da embalagem, colocar a camisinha sobre o pênis, sem deixar que entre ar.
2)Como medida de segurança, pressione ou dê uma leve torcida na ponta desta com uma mão; enquanto desenrola a camisinha com a outra mão.
3) O preservativo deve cobrir todo o comprimento do pênis, até sua base (próximo aos pelos).
Importante: também é necessário evitar a entrada de ar enquanto desenrola a camisinha no pênis, já que este propicia seu rompimento. Caso ocorra, deverá ser feita a substituição.
4) Após a ejaculação, o preservativo deve ser retirado pela borda, com o pênis ainda ereto.
4) Após a ejaculação, o preservativo deve ser retirado pela borda, com o pênis ainda ereto.
5) Embrulhe-a em papel higiênico, e descarte o material no lixo.
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6) Importante: dar um nó na abertura da camisinha evita a possível contaminação do lixo, protegendo o ambiente e pessoas que poderão manuseá-lo. Além disso, a camisinha não deve ser jogada no vaso sanitário, pois poderá entupi-lo.
Também vale lembrar:
- Abrir a embalagem somente quando for utilizá-la.
- Não utilize mais de uma vez a mesma camisinha.
- Existem no mercado várias marcas de preservativos que contém espermicida, potencializando ainda mais o efeito contraceptivo desses.
- Abrir a embalagem somente quando for utilizá-la.
- Não utilize mais de uma vez a mesma camisinha.
- Existem no mercado várias marcas de preservativos que contém espermicida, potencializando ainda mais o efeito contraceptivo desses.
6.2 Camisinha Feminina
A camisinha feminina foi lançada em nosso país em 1997. Tal como o preservativo masculino, impede a gravidez e incidência de AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Deve ser utilizada antes da penetração, tendo a vantagem de poder ser colocada em até oito horas antes do ato sexual, inclusive durante o período menstrual. Além disso, por ser de poliuterano, é mais resistente, mais fina, hipoalergênica e inodora; sem contar que já vem lubrificada.
Ela possui o formato de tubo, com aproximadamente 17 centímetros de comprimento e 8 de diâmetro. Além disso, contém um anel em cada extremidade. Um destes ficará no fundo da vagina e outro, vazado, do lado de fora, cobrindo a vulva.

Confira as instruções de uso:
Escolha uma camisinha de qualidade, não se esquecendo de conferir a data de validade. Abra a embalagem com as mãos e verifique sua integridade.
Importante: Nunca utilizar tesoura, dentes ou outros métodos alternativos, uma vez que podem rasgar o preservativo, inutilizando-o.
1) A camisinha deve ser segurada com o anel externo (vazado) para baixo. Aperte o anel interno (menor), com o polegar e o indicador, formando um “8”:
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2).Escolha uma posição confortável e introduza a extremidade menor na vagina, deixando cerca de três centímetros do anel aberto para fora desta.
3).Empurre a camisinha para dentro, o mais fundo possível, a fim de cobrir o colo do útero. Caso sinta algum incômodo, ajuste-o, internamente, com o dedo.
Importante: ao contrário da camisinha masculina, a feminina não precisa ser “desenrolada”.
Importante: ao contrário da camisinha masculina, a feminina não precisa ser “desenrolada”.
Após essas etapas, já é possível a introdução no pênis na vagina. Deve-se tomar o cuidado de que este fique dentro da camisinha.
Findada a relação, torça o anel externo e retire a camisinha, puxando-a delicadamente. Ela deve ser embrulhada em um papel, e jogada no lixo.
Importante: torcer o anel externo evita a possível contaminação do lixo, protegendo o ambiente e pessoas que poderão manuseá-lo. Além disso, a camisinha não deve ser jogada no vaso sanitário, pois poderá entupi-lo.
Também vale lembrar:
- Abrir a embalagem somente quando for utilizá-la.
- Não utilize mais de uma vez a mesma camisinha.
Findada a relação, torça o anel externo e retire a camisinha, puxando-a delicadamente. Ela deve ser embrulhada em um papel, e jogada no lixo.
Importante: torcer o anel externo evita a possível contaminação do lixo, protegendo o ambiente e pessoas que poderão manuseá-lo. Além disso, a camisinha não deve ser jogada no vaso sanitário, pois poderá entupi-lo.
Também vale lembrar:
- Abrir a embalagem somente quando for utilizá-la.
- Não utilize mais de uma vez a mesma camisinha.
6.3 Diafragma

Diafragma: um método anticoncepcional muito eficaz, mas pouco conhecido.
O diafragma, um método anticoncepcional de barreira, é uma cúpula rasa feita de silicone (ou látex), com bordas firmes e flexíveis. Cobrindo o colo do útero, impede a passagem dos espermatozoides, evitando a fecundação.
Além de prevenir contra a gravidez, não tem efeitos hormonais, seu uso pode ser interrompido a qualquer momento, é relativamente fácil de ser usado, pode ser colocado em até seis horas antes da relação sexual, não é sentido pelo parceiro, pode durar por até dois anos; e previne doenças como a gonorreia, doença inflamatória pélvica aguda e câncer de colo de útero, este por evitar uma possível passagem do HPV para esta região.
Largamente utilizado antes do advento das pílulas anticoncepcionais, este método se mostra seguramente eficaz neste sentido, quando utilizado da forma correta. Quanto a isso, primeiramente a mulher deve se consultar com um médico ginecologista, a fim de verificar se há alguma contraindicação e, caso não exista, receber as orientações de uso e checar o tamanho exato do diafragma que deverá adquirir.
Além de prevenir contra a gravidez, não tem efeitos hormonais, seu uso pode ser interrompido a qualquer momento, é relativamente fácil de ser usado, pode ser colocado em até seis horas antes da relação sexual, não é sentido pelo parceiro, pode durar por até dois anos; e previne doenças como a gonorreia, doença inflamatória pélvica aguda e câncer de colo de útero, este por evitar uma possível passagem do HPV para esta região.
Largamente utilizado antes do advento das pílulas anticoncepcionais, este método se mostra seguramente eficaz neste sentido, quando utilizado da forma correta. Quanto a isso, primeiramente a mulher deve se consultar com um médico ginecologista, a fim de verificar se há alguma contraindicação e, caso não exista, receber as orientações de uso e checar o tamanho exato do diafragma que deverá adquirir.
Como usar:
Escolha uma posição confortável (deitada, de cócoras, etc.)
Escolha uma posição confortável (deitada, de cócoras, etc.)

Dobre-o ao meio, formando um oito, e introduza-o na vagina, cobrindo o colo do útero.

Muitos profissionais aconselham o uso associado com espermicidas com o nonoxinol-
Informações adicionais:
O diafragma deve ser retirado pelo menos seis horas após o coito, não se estendendo por período superior a vinte e quatro horas. No primeiro caso, tal cuidado é para evitar que espermatozoides, ainda vivos, se direcionem às trompas; no segundo, a fim de evitar infecções.
Após a retirada, o diafragma deve ser lavado com água fria e sabão neutro; e secado naturalmente, ou com auxílio de uma toalha macia e limpa. Depois, deve ser guardado em sua caixinha.
Gravidez, aborto, operação do períneo e ganho de peso acima de 5kg requerem uma nova medição para possível mudança de diafragma.
O diafragma deve ser retirado pelo menos seis horas após o coito, não se estendendo por período superior a vinte e quatro horas. No primeiro caso, tal cuidado é para evitar que espermatozoides, ainda vivos, se direcionem às trompas; no segundo, a fim de evitar infecções.
Após a retirada, o diafragma deve ser lavado com água fria e sabão neutro; e secado naturalmente, ou com auxílio de uma toalha macia e limpa. Depois, deve ser guardado em sua caixinha.
Gravidez, aborto, operação do períneo e ganho de peso acima de 5kg requerem uma nova medição para possível mudança de diafragma.
6.4 D.I.U

Diferentes Formatos de Diu
O Diu ou Dispositivo intra-uterino é um pequeno objeto plástico que serve como dispositivo anticoncepcional que substitui outros métodos quando colocado dentro da cavidade uterina. Sua função é impossibilitar o processo reprodutivo agindo de forma a dificultar a passagem do espermatozóide e alterar as características destes.
Podem ser:
Dius inertes: Quando não possuem substâncias metálicas ou hormonais em sua cavidade. É também chamado de diu não medicado.
Dius ativos: Quando contém substâncias metálicas ou hormonais em sua cavidade, fazendo com que sua eficácia aumente significantemente.
O diu é bastante seguro e não interfere no ato sexual podendo durar de 03 a 10 anos, se houver sempre avaliação médica. Pode interferir na duração e na quantidade do fluxo menstrual, provocar cólicas e ainda facilitar o aparecimento de infecções intra-uterinas. O diu deve ser sempre utilizado associado ao uso de preservativos, pois não impede a transmissão de Dst.
6.5 Pílula Anticoncpecional:

Pílula Anticoncepcional
A pílula anticoncepcional é um dos melhores métodos contraceptivos. É um medicamento produzido a partir da síntese dos hormônios estrógeno e progesterona, hormônios que são produzidos nos ovários.
A pílula atua inibindo a ovulação que acontece por volta do 140 dia do ciclo menstrual.
É um método que proporciona 99% de segurança, porém sua eficácia depende muito da regularidade com que a mulher a utiliza, não deixando de tomá-la nenhum dia.
Alguns medicamentos como antibióticos e antiepilépticos podem comprometer a ação da pílula.
O uso da pílula é iniciado no primeiro dia da menstruação, os comprimidos são tomados diariamente no mesmo horário durante 21 dias. A seguir é dado um intervalo de 7 dias sem ingerir a pílula. Esse é o período em que ocorre o ciclo menstrual. Após esse intervalo, uma nova cartela é iniciada, mesmo se o sangramento não tiver cessado. Em caso de esquecimento de tomar uma pílula, esta deve ser tomada o mais rápido possível, até 12 horas do horário habitual.
A pílula pode provocar vários efeitos colaterais como: dores de cabeça, dores nos seios, enjôos e aumento de peso. A maioria desses sintomas desaparece com o tempo.
Existem vários tipos de pílulas e somente o médico pode identificar a pílula mais indicada para cada organismo.
A pílula é contra-indicada para mulheres que tiveram trombose, neoplasias, diabetes, mulheres com hipertensão arterial, hepatites e problemas cardiovasculares.
A pílula oferece as seguintes vantagens: regula o ciclo menstrual, diminui o fluxo e alivia as cólicas.
A pílula atua inibindo a ovulação que acontece por volta do 140 dia do ciclo menstrual.
É um método que proporciona 99% de segurança, porém sua eficácia depende muito da regularidade com que a mulher a utiliza, não deixando de tomá-la nenhum dia.
Alguns medicamentos como antibióticos e antiepilépticos podem comprometer a ação da pílula.
O uso da pílula é iniciado no primeiro dia da menstruação, os comprimidos são tomados diariamente no mesmo horário durante 21 dias. A seguir é dado um intervalo de 7 dias sem ingerir a pílula. Esse é o período em que ocorre o ciclo menstrual. Após esse intervalo, uma nova cartela é iniciada, mesmo se o sangramento não tiver cessado. Em caso de esquecimento de tomar uma pílula, esta deve ser tomada o mais rápido possível, até 12 horas do horário habitual.
A pílula pode provocar vários efeitos colaterais como: dores de cabeça, dores nos seios, enjôos e aumento de peso. A maioria desses sintomas desaparece com o tempo.
Existem vários tipos de pílulas e somente o médico pode identificar a pílula mais indicada para cada organismo.
A pílula é contra-indicada para mulheres que tiveram trombose, neoplasias, diabetes, mulheres com hipertensão arterial, hepatites e problemas cardiovasculares.
A pílula oferece as seguintes vantagens: regula o ciclo menstrual, diminui o fluxo e alivia as cólicas.
6.6 Pílula do Dia Seguinte:

A inibidora da fecundação.
A pílula do dia seguinte ou pílula de emergência é um contraceptivo utilizado por mulheres que tiveram relações sexuais sem qualquer tipo de proteção ou ainda por mulheres que tiveram sua proteção rompida. A pílula é tomada em dose única ou em duas doses, obedecendo a um intervalo de 12 horas entre a tomada da primeira pílula e a segunda.
O efeito da pílula é eficaz, mas depende da rapidez com que é tomada. Nas primeiras 24 horas a pílula é eficaz em 95%, de25 a 48 horas após a relação a eficácia da pílula cai para 85% e diminui mais ainda quando é tomada de 49 a 72 horas, chegando a 58% de eficácia. Após o período de 72 horas, a pílula de emergência não consegue mais atuar no organismo.
Como o próprio nome diz, a pílula deve ser utilizada apenas em situações de emergência, pois sua utilização contínua pode provocar reações indesejáveis e prejudiciais ao organismo. Algumas mulheres, mesmo utilizando a pílula em casos de emergência, ainda podem apresentar sinais como dor de cabeça, vômito, náuseas e sangramento.
É importante ressaltar que a pílula do dia seguinte não inibe a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, sendo sua finalidade a inibição da ovulação somente. A utilização da camisinha em todo ato sexual é extremamente importante, pois é o único contraceptivo capaz de prevenir doenças e gravidez.
O efeito da pílula é eficaz, mas depende da rapidez com que é tomada. Nas primeiras 24 horas a pílula é eficaz em 95%, de
Como o próprio nome diz, a pílula deve ser utilizada apenas em situações de emergência, pois sua utilização contínua pode provocar reações indesejáveis e prejudiciais ao organismo. Algumas mulheres, mesmo utilizando a pílula em casos de emergência, ainda podem apresentar sinais como dor de cabeça, vômito, náuseas e sangramento.
É importante ressaltar que a pílula do dia seguinte não inibe a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, sendo sua finalidade a inibição da ovulação somente. A utilização da camisinha em todo ato sexual é extremamente importante, pois é o único contraceptivo capaz de prevenir doenças e gravidez.
6.7 Tabelinha

Como calcular o período fértil com base no ciclo menstrual
A tabelinha ou método rítmico é um procedimento contraceptivo que busca prever a data da ovulação da mulher para que se evite a gravidez. Para realizar tal procedimento, a mulher deve observar no mínimo seis ciclos menstruais anotando a duração de cada um para que se conheça o tipo do ciclo menstrual, se regulado ou desregulado, e ainda o tempo de duração.
A tabelinha é um método que funciona em mulheres que possuem o ciclo menstrual regulado, ou seja, que menstruam sempre no mesmo período e que certamente fica fértil no meio do ciclo. O cálculo da tabelinha consiste em diminuir o número em que permaneceu menstruada no menor ciclo por 18 e o número em que permaneceu menstruada no maior ciclo por 11. Os dias que permanecerem entre os números resultantes das diminuições determinam o período fértil.
q Para criar a tabelinha basta:
Em um papel crie quadrinhos enumerados com os dias do mês;
Marque com uma determinada cor o dia no qual se iniciou o ciclo menstrual;
Marque com outra cor do sétimo ao nono dia após a iniciação do ciclo, determinando o período de alerta;
Marque com uma terceira cor do décimo ao décimo quinto dia após a iniciação do ciclo, determinando o período fértil;
Marque com a cor selecionada para o período de alerta os dias entre o décimo sexto e o vigésimo primeiro.
Marque com a cor selecionada para os dias em que ocorre o ciclo menstrual os demais dias do mês.
Marque com uma determinada cor o dia no qual se iniciou o ciclo menstrual;
Marque com outra cor do sétimo ao nono dia após a iniciação do ciclo, determinando o período de alerta;
Marque com uma terceira cor do décimo ao décimo quinto dia após a iniciação do ciclo, determinando o período fértil;
Marque com a cor selecionada para o período de alerta os dias entre o décimo sexto e o vigésimo primeiro.
Marque com a cor selecionada para os dias em que ocorre o ciclo menstrual os demais dias do mês.
Veja a demonstração no quadro abaixo:

Obs.: este método não é recomendável para adolescentes haja vista as variações do seu ciclo menstrual.
6.8 Laqueadura

Procedimento que bloqueia a passagem do espermatozóide
A laqueadura é um procedimento cirúrgico realizado em mulheres que não mais desejam engravidar. Consiste em esterilizar a mulher bloqueando as trompas de falópio para que o espermatozóide não consiga chegar ao óvulo. Para tal bloqueio são utilizados anéis de plástico, clipes de titânio, corte e/ou ligamento das trompas entre outras técnicas.
É realizado semelhante a um parto cesariano, pois é necessária uma abertura abdominal para se ter acesso às trompas. Existem mulheres que após fazer a laqueadura desejam reverter o procedimento por desejar engravidar novamente. Em 70% dos casos, a cirurgia é reversível e dá à mulher tais condições, mas é importante saber que a reversão dá condições de gestação a uma mulher dependendo do método utilizado e das lesões por ele causados. Os procedimentos mais fáceis de serem revertidos são os que utilizam anéis de plástico e clipes de titânio.
Ao realizar uma laqueadura, a mulher permanece no hospital por dois dias em observação e ao voltar para casa deve repousar por dez dias, independente do seu tipo de trabalho. A laqueadura na maioria dos casos não impede que o ciclo menstrual ocorra, salvo em situações onde algo anormal ocorra.
É realizado semelhante a um parto cesariano, pois é necessária uma abertura abdominal para se ter acesso às trompas. Existem mulheres que após fazer a laqueadura desejam reverter o procedimento por desejar engravidar novamente. Em 70% dos casos, a cirurgia é reversível e dá à mulher tais condições, mas é importante saber que a reversão dá condições de gestação a uma mulher dependendo do método utilizado e das lesões por ele causados. Os procedimentos mais fáceis de serem revertidos são os que utilizam anéis de plástico e clipes de titânio.
Ao realizar uma laqueadura, a mulher permanece no hospital por dois dias em observação e ao voltar para casa deve repousar por dez dias, independente do seu tipo de trabalho. A laqueadura na maioria dos casos não impede que o ciclo menstrual ocorra, salvo em situações onde algo anormal ocorra.
6.9 Vasectomia

É um procedimento cirúrgico realizado no homem com o intuito de impedir a circulação dos espermatozóides produzidos pelos testículos, após a cirurgia o homem quando chega ao orgasmo libera sêmen, mas sem espermatozóides. Encontra-se em bastante evidência nos últimos anos, pois é uma forma de controlar a natalidade sem a necessidade de a mulher passar por uma cirurgia para fazer laqueadura ou algo do gênero.
Tendo em vista que a vasectomia é um método mais prático e rápido, tem como reverter o processo com uma nova cirurgia. O único problema enfrentado pela vasectomia é a falta de informação e o machismo.
Segundo alguns especialistas, os homens têm medo do ato cirúrgico resultar, no futuro, em impotência sexual. Porém, o método utilizado na vasectomia é extremamente seguro, e o sucesso da cirurgia irá depender muito do paciente e do profissional escolhido para realizá-la. Boa parte dos casais opta pela vasectomia pelos seguintes motivos:
• Baixo custo;
• Recuperação rápida;
• As mulheres têm medo de passar por uma cirurgia por isso preferem que os maridos façam a vasectomia.
Tendo em vista que a vasectomia é um método mais prático e rápido, tem como reverter o processo com uma nova cirurgia. O único problema enfrentado pela vasectomia é a falta de informação e o machismo.
Segundo alguns especialistas, os homens têm medo do ato cirúrgico resultar, no futuro, em impotência sexual. Porém, o método utilizado na vasectomia é extremamente seguro, e o sucesso da cirurgia irá depender muito do paciente e do profissional escolhido para realizá-la. Boa parte dos casais opta pela vasectomia pelos seguintes motivos:
• Baixo custo;
• Recuperação rápida;
• As mulheres têm medo de passar por uma cirurgia por isso preferem que os maridos façam a vasectomia.
7. DST
As DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) são aquelas doenças que podem ser transmitidas por contato sexual. É importante lembrar que qualquer pessoa que tenha uma atividade sexual pode contaminar-se com uma DST, incluindo o HIV.(AIDS)
As doenças sexualmente transmissíveis (DST), conhecidas por doenças venéreas, são transmitidas essencialmente pelo contato direto, mantido através de relações sexuais onde o parceiro ou parceira necessariamente porta a doença, e indireto por meio de compartilhamento de utensílios pessoais mal higienizados (roupas íntimas), ou manipulação indevida de objetos contaminados (lâminas e seringas).
Os principais agentes patogênicos são os vírus, as bactérias e os fungos. Essas doenças acometem principalmente o público jovem, tanto de países em desenvolvimento como industrializados, conseqüência de vários fatores de relevância familiar e governamental: a promiscuidade (descuido) individual com a saúde e a carência ou mesmo a falta de programas educativos.
De modo geral, o uso de preservativo, associado a alguns cuidados, impedem o contágio e disseminação. Contudo se não forem diagnosticadas e tratadas corretamente, além do processo infeccioso, podem levar à infertilidade, gravidez, surgimento de outras doenças oportunistas e até a morte.
7.1 AIDS – Síndrome da imunodeficiência humana (HIV):
Transmitida por um retrovírus que destrói as células de defesa (linfócito T), resultando na baixa imunidade do organismo que fica suscetível a outras infecções. Dentre os sintomas iniciais destaca-se: fadiga, febre, distúrbios do sistema nervosos central, inchaço crônico dos gânglios linfáticos e o surgimento de vesículas avermelhadas na derme.

Tomando os cuidados necessários, soropositivos podem ter
uma vida amorosa normal, sem pôr em risco seus parceiros.
Transmissão e sintomas:
A síndrome da imunodeficiência adquirida, conhecida popularmente como AIDS, é uma doença viral, até o presente momento incurável, que é transmitida pelo sangue, sêmen, leite materno, e fluidos vaginais de portadores da doença.
Invadindo células responsáveis pelo sistema imunitário, o vírus expõe o indivíduo portador à ação de outras doenças, podendo ser fatal em estágios mais avançados desta.
O tempo entre o contágio e a manifestação de sintomas, ou mesmo detecção do vírus em amostra sanguínea, é bem variável, podendo compreender períodos que variam aproximadamente entre três meses e dez anos: a chamada janela imunológica. Assim, caso os devidos cuidados não sejam tomados, neste período o indivíduo já é capaz de contaminar outras pessoas, mesmo sem ter consciência de seu contágio prévio.
Diagnóstico:
Para a detecção do vírus HIV, é necessário que se faça um teste específico, que pode ser feito gratuitamente, e sem prescrição médica, em serviços de saúde pública. Para tal, é necessário que se retire uma amostra de sangue, sem a necessidade de estar em jejum.
Prevenção:
Uso correto da camisinha em todas as modalidades sexuais;
Não utilizar objetos perfuro-cortantes de uso comum (seringa, agulha, alicate, etc.) ou esterilizá-los previamente;
Gestantes soropositivas devem fazer o pré-natal e utilizar o AZT, evitando o contágio do bebê.
O que não transmite AIDS:
Ar;
Picada de insetos;
Beijo, abraço e relação sexual com uso de camisinha;
Masturbação individual ou a dois;
Suor;
Lágrima;
Compartilhar assentos, piscinas, talheres, roupas de cama, etc.
A síndrome da imunodeficiência adquirida, conhecida popularmente como AIDS, é uma doença viral, até o presente momento incurável, que é transmitida pelo sangue, sêmen, leite materno, e fluidos vaginais de portadores da doença.
Invadindo células responsáveis pelo sistema imunitário, o vírus expõe o indivíduo portador à ação de outras doenças, podendo ser fatal em estágios mais avançados desta.
O tempo entre o contágio e a manifestação de sintomas, ou mesmo detecção do vírus em amostra sanguínea, é bem variável, podendo compreender períodos que variam aproximadamente entre três meses e dez anos: a chamada janela imunológica. Assim, caso os devidos cuidados não sejam tomados, neste período o indivíduo já é capaz de contaminar outras pessoas, mesmo sem ter consciência de seu contágio prévio.
Diagnóstico:
Para a detecção do vírus HIV, é necessário que se faça um teste específico, que pode ser feito gratuitamente, e sem prescrição médica, em serviços de saúde pública. Para tal, é necessário que se retire uma amostra de sangue, sem a necessidade de estar em jejum.
Prevenção:
Uso correto da camisinha em todas as modalidades sexuais;
Não utilizar objetos perfuro-cortantes de uso comum (seringa, agulha, alicate, etc.) ou esterilizá-los previamente;
Gestantes soropositivas devem fazer o pré-natal e utilizar o AZT, evitando o contágio do bebê.
O que não transmite AIDS:
Ar;
Picada de insetos;
Beijo, abraço e relação sexual com uso de camisinha;
Masturbação individual ou a dois;
Suor;
Lágrima;
Compartilhar assentos, piscinas, talheres, roupas de cama, etc.
7.2 Gonorréia:
A gonorréia é também conhecida pelos nomes: blenorragia, uretrite gonocócica, esquentamento, corrimento, escorrimento e pingadeira. É uma doença causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que afeta, principalmente, a uretra, tanto de homens quanto de mulheres.
Como é uma DST (doença sexualmente transmissível), a prática sexual desprevenida - inclusive anal e oral - é uma forma de transmissão. Assim, ânus e faringe podem, também, se comprometer. A probabilidade de contaminação após o relacionamento com um parceiro doente é de 90%.
Bebês correm o risco de serem infectados por suas mães, no momento do parto, apresentando danos oculares.
Algumas mulheres podem ter a doença sem, no entanto, apresentarem sintomas. Estes aparecem aproximadamente dez dias após o contato. Nestas, dores na região inferior do abdome, hemorragia e dor ao urinar podem aparecer. Nos homens, inflamação, incômodo ao urinar e secreção com pus – características semelhantes às que ocorrem quando há infecção anal. Ínguas na região da virilha podem aparecer.
Raramente, a bactéria se dissemina pela circulação sanguínea. Tal fato pode desencadear danos à epiderme, articulações, cérebro, faringe, olhos e válvulas cardíacas.
O diagnóstico é feito pela análise do histórico do paciente e exame da secreção. O tratamento é feito com o uso de antibióticos, geralmente em dose única. A penicilina deixou de ser utilizada em razão da grande resistência que as bactérias adquiriram a ela. No caso da gonorréia ocular, chamada conjuntivite gonocócica, é acrescido o uso de colírios de nitrato de prata.
O uso da camisinha (ou abstinência sexual) e o pré-natal são as únicas formas de evitar a gonorréia.
Como é uma DST (doença sexualmente transmissível), a prática sexual desprevenida - inclusive anal e oral - é uma forma de transmissão. Assim, ânus e faringe podem, também, se comprometer. A probabilidade de contaminação após o relacionamento com um parceiro doente é de 90%.
Bebês correm o risco de serem infectados por suas mães, no momento do parto, apresentando danos oculares.
Algumas mulheres podem ter a doença sem, no entanto, apresentarem sintomas. Estes aparecem aproximadamente dez dias após o contato. Nestas, dores na região inferior do abdome, hemorragia e dor ao urinar podem aparecer. Nos homens, inflamação, incômodo ao urinar e secreção com pus – características semelhantes às que ocorrem quando há infecção anal. Ínguas na região da virilha podem aparecer.
Raramente, a bactéria se dissemina pela circulação sanguínea. Tal fato pode desencadear danos à epiderme, articulações, cérebro, faringe, olhos e válvulas cardíacas.
O diagnóstico é feito pela análise do histórico do paciente e exame da secreção. O tratamento é feito com o uso de antibióticos, geralmente em dose única. A penicilina deixou de ser utilizada em razão da grande resistência que as bactérias adquiriram a ela. No caso da gonorréia ocular, chamada conjuntivite gonocócica, é acrescido o uso de colírios de nitrato de prata.
O uso da camisinha (ou abstinência sexual) e o pré-natal são as únicas formas de evitar a gonorréia.
7.3 SÍFILIS:
A sífilis é uma doença infecciosa e contagiosa causada por uma bactéria: a Treponema pallidum. Ela é adquirida, principalmente, via contato sexual desprevenido, com parceiro infectado. Pode ser transmitida de mãe para feto: sífilis congênita.
Conhecer sobre ela é de extrema importância, uma vez que, não sendo curada, pode manifestar complicações sistêmicas e, inclusive, causar problemas como cegueira, paralisia e danos cerebrais.
Seus principais sintomas podem ser confundidos com o de outras doenças sexualmente transmissíveis. Assim, o diagnóstico confirmatório deve ser feito, buscando em amostras de sangue a presença de anticorpos anti-Treponema neste material.
A presença de ínguas na virilha e de pequenas feridas de bordas endurecidas e profundas, ambas indolores, são características da primeira fase. Estas manifestações surgem aproximadamente 15 dias após o contato com a bactéria e, entre três e seis semanas, desaparecem sem deixar cicatrizes. Em razão dessa última característica, o indivíduo pode acreditar que já se curou, deixando de fazer o tratamento.
Quando isto ocorre, após um período de latência que varia entre seis e oito semanas, a doença volta a se manifestar, afetando a pele e órgãos internos de acordo com o grau de comprometimento destes. Dores de cabeça e garganta, mal estar, febre, além de perda de apetite e de peso são alguns sintomas. O surgimento de ínguas em outras regiões do corpo e lesões de pequeno diâmetro, róseas ou violáceas, planas e indolores são outras características da segunda fase desta DST. O indivíduo pode permanecer nesta por tempo indeterminado, pode durar a vida toda.
A sífilis pode ser evitada com o uso da camisinha e tratada com a utilização da penicilina: procedimentos que evitam esta gama de complicações.
Recomenda-se que o infectado não tenha relações sexuais neste período.
Mulheres gestantes ou que desejam engravidar devem fazer o exame, a fim de prevenir uma possível contaminação do bebê.
Conhecer sobre ela é de extrema importância, uma vez que, não sendo curada, pode manifestar complicações sistêmicas e, inclusive, causar problemas como cegueira, paralisia e danos cerebrais.
Seus principais sintomas podem ser confundidos com o de outras doenças sexualmente transmissíveis. Assim, o diagnóstico confirmatório deve ser feito, buscando em amostras de sangue a presença de anticorpos anti-Treponema neste material.
A presença de ínguas na virilha e de pequenas feridas de bordas endurecidas e profundas, ambas indolores, são características da primeira fase. Estas manifestações surgem aproximadamente 15 dias após o contato com a bactéria e, entre três e seis semanas, desaparecem sem deixar cicatrizes. Em razão dessa última característica, o indivíduo pode acreditar que já se curou, deixando de fazer o tratamento.
Quando isto ocorre, após um período de latência que varia entre seis e oito semanas, a doença volta a se manifestar, afetando a pele e órgãos internos de acordo com o grau de comprometimento destes. Dores de cabeça e garganta, mal estar, febre, além de perda de apetite e de peso são alguns sintomas. O surgimento de ínguas em outras regiões do corpo e lesões de pequeno diâmetro, róseas ou violáceas, planas e indolores são outras características da segunda fase desta DST. O indivíduo pode permanecer nesta por tempo indeterminado, pode durar a vida toda.
A sífilis pode ser evitada com o uso da camisinha e tratada com a utilização da penicilina: procedimentos que evitam esta gama de complicações.
Recomenda-se que o infectado não tenha relações sexuais neste período.
Mulheres gestantes ou que desejam engravidar devem fazer o exame, a fim de prevenir uma possível contaminação do bebê.
7.4 HERPES GENITAL
O herpes genital, ou herpes tipo 2, é uma doença sexualmente transmissível causada pelo Herpes simplex vírus do tipo 2, principalmente, ou tipo 1. Caracteriza-se por meio de pequenas e dolorosas lesões na pele e mucosa desta região, que desaparecem espontaneamente cerca de uma semana após seu surgimento. Cerca de 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas, mas podem transmitir a doença.
Além da transmissão por via sexual, inclusive em modalidades anal e oral, bebês podem ser infectados no momento do parto, de mães adoecidas. Contato direto com lesões ou objetos contaminados são outras formas de contágio. O período de incubação varia entre um e 26 dias, aproximadamente.
Ardor, coceira, formação de ínguas e formigamento podem ocorrer antes do surgimento das vesículas, estas que se apresentam agrupadas. No homem, aparecem mais frequentemente no prepúcio e na mulher, nos grandes e pequenos lábios, clitóris e colo uterino. Em ambos, pode haver corrimento e ardência ao urinar, mal-estar e febre.
Em sua primeira manifestação, mal-estar, febre, dor de cabeça e dores musculares e articulares podem ser sentidos pelo paciente. Felizmente, os outros episódios tendem a ser mais brandos e curtos.
Dificilmente é eliminada do organismo, pois o patógeno tende a migrar pela raiz nervosa, se alojando em gânglios neurais. Desta forma, é considerado um tipo de infecção recorrente que se manifesta, geralmente, em períodos em que o indivíduo está com baixa imunidade.
O uso da camisinha e a higienização da região genital antes e depois da relação sexual podem prevenir o herpes genital. Mulheres que pretendem engravidar ou que estão grávidas devem buscar informações a fim de evitar a possibilidade de transmissão deste vírus aos bebês.
Além da transmissão por via sexual, inclusive em modalidades anal e oral, bebês podem ser infectados no momento do parto, de mães adoecidas. Contato direto com lesões ou objetos contaminados são outras formas de contágio. O período de incubação varia entre um e 26 dias, aproximadamente.
Ardor, coceira, formação de ínguas e formigamento podem ocorrer antes do surgimento das vesículas, estas que se apresentam agrupadas. No homem, aparecem mais frequentemente no prepúcio e na mulher, nos grandes e pequenos lábios, clitóris e colo uterino. Em ambos, pode haver corrimento e ardência ao urinar, mal-estar e febre.
Em sua primeira manifestação, mal-estar, febre, dor de cabeça e dores musculares e articulares podem ser sentidos pelo paciente. Felizmente, os outros episódios tendem a ser mais brandos e curtos.
Dificilmente é eliminada do organismo, pois o patógeno tende a migrar pela raiz nervosa, se alojando em gânglios neurais. Desta forma, é considerado um tipo de infecção recorrente que se manifesta, geralmente, em períodos em que o indivíduo está com baixa imunidade.
O uso da camisinha e a higienização da região genital antes e depois da relação sexual podem prevenir o herpes genital. Mulheres que pretendem engravidar ou que estão grávidas devem buscar informações a fim de evitar a possibilidade de transmissão deste vírus aos bebês.
7.5 Hepatite B
A Hepatite B pode passar despercebida, causando um estado semelhante a um resfriado (gripe). Quando evolui para formas mais graves, a pessoa infectada pode apresentar febre, mal-estar e, após 2 a 3 semanas, pode incluir urina escura, fezes esbranquiçadas e pele amarelada. Ela pode ser transmitida nas relações sexuais desprotegidas (sem o uso da camisinha); da mãe para o bebê; por meio de agulhas (tatuagens e piercings), seringas, transfusões ou ferimentos; nos transplantes de órgãos e tecidos.
(obs.:Não deixe de se imunizar contra a Hepatite nos postos de saúde!)
7.5 HPV: O que é o Papilomavírus Humano (HPV)?
O HPV é um vírus comum que afeta tanto homens quanto mulheres. Existem mais de 100 tipos diferentes de HPV. (1) Certos tipos de HPV causam verrugas comuns nas mãos e nos pés. (4) A maioria dos tipos de HPV não causa nenhum tipo de sintoma e desaparece sem tratamento. (1)
Cerca de 30 tipos de HPV são conhecidos como HPV genitais porque eles afetam a área genital. (1) Alguns tipos provocam mudanças nas células do revestimento do colo do útero. Caso não sejam tratadas, estas células anormais podem se tornar células cancerosas. Outros tipos de HPV podem causar verrugas genitais e mudanças benignas (anormais, mas não cancerosas) no colo do útero.
Qualquer pessoa que tenha qualquer tipo de atividade sexual envolvendo contato genital está sujeito a adquirir o HPV genital. É possível o contágio sem que haja relação sexual. (1) Como muitas pessoas portadoras do HPV não apresentam nenhum sinal ou sintoma, elas podem transmitir o vírus mesmo sem saber. (1)
O HPV é altamente contagioso; assim, é possível adquiri-lo com uma única exposição. Estima-se que muitas pessoas adquirem o HPV nos primeiros 2-3 anos de vida sexual ativa. (6) Dois terços das pessoas que tiveram contato sexual com um parceiro infectado vão desenvolver uma infecção pelo HPV no período de 3 meses, de acordo com a OMS. (2)
Não. Para a maioria das pessoas que tem o HPV, as defesas do corpo são suficientes para eliminar o vírus. Entretanto, para algumas pessoas, certos tipos de HPV podem desenvolver verrugas genitais ou alterações benignas (anormais, porém não-cancerosas) no colo do útero. (1)
Entretanto, nas mulheres que não conseguem eliminar certos tipos de vírus, mudanças anormais podem ocorrer no revestimento do colo do útero. Estas células anormais, se não forem detectadas ou tratadas, podem levar ao pré-câncer ou ao câncer. (1) Na maioria das vezes, o desenvolvimento do câncer do colo do útero leva vários anos, muito embora, em casos raros, ele possa acontecer em apenas um ano. (7) Esta é a razão pela qual a detecção precoce é tão importante. Fale com seu médico sobre o exame de Papanicolau,ele pode ajudar a detectar mudanças celulares suspeitas no colo do útero.
Devido ao fato de que o HPV geralmente não apresenta nenhum sinal ou sintoma, você provavelmente não tem como saber que é portadora. (1) A maioria das mulheres fica sabendo que tem o HPV por intermédio de um resultado anormal do exame de Papanicolau. (1) O exame de Papanicolau é parte de um exame ginecológico e ajuda na detecção de células anormais no revestimento do colo do útero. Os médicos executam o Papanicolau para detectar e tratar estas células cervicais anormais, antes que elas tenham possam se tornar pré-câncer ou câncer. (1) Muitas células anormais relacionadas com o HPV e com pré-cânceres podem ser tratadas com sucesso se forem detectadas precocemente. (1). Realmente, o câncer do colo do útero é um dos tipos de câncer mais fáceis de serem prevenidos. (7) Por isso é tão importante seguir as recomendações de seu médico a respeito do exame de Papanicolau.
Um outro teste, - o teste do DNA do HPV - está disponível para a detecção de certos tipos de HPV que podem causar o câncer do colo do útero. Os resultados deste teste podem ajudar os médicos a decidir se exames ou tratamentos complementares serão necessários. (1)
Para reduzir o risco de novas infecções genitais pelo HPV, você deve evitar qualquer tipo de atividade sexual que envolva contato genital ou limitar o número de parceiros sexuais. Os preservativos podem ajudar a reduzir o risco de contágio de uma infecção pelo HPV. No entanto, como os preservativos não cobrem todas as áreas da região genital, eles não são capazes de prevenir completamente a infecção. (1)
O HPV é um vírus comum que pode causar o câncer do colo do útero, células cervicais anormais e outras conseqüências. Saiba mais sobre estas enfermidades em outras seções deste site e fale com seu médico para obter maiores informações.
Sim. Também nos homens as manifestações clínicas mais comuns são as verrugas genitais, causadas pelos subtipos 6 e 11 do vírus. Mas alguns tipos de HPV de alto risco, como o 16 e o 18, também causam câncer, como os de pênis e de ânus. Segundo a Dra. Luisa Lina Villa (CRB - 20.925/01-D)*, diretora do Instituto Ludwig de Pesquisa Sobre o Câncer e uma das maiores estudiosas do HPV no Brasil, a estimativa é de que a incidência do câncer de ânus seja de cerca de cinco casos por 100 mil homens por ano, contra 20 a 30 casos por 100 mil no câncer do colo do útero.
Não existe forma de prevenção 100% segura, já que o HPV pode ser transmitido até mesmo por meio de uma toalha ou outro objeto. Calcula-se que o uso da camisinha consiga barrar entre 70% e 80% das transmissões, e sua efetividade não é maior porque o vírus pode estar alojado em outro local, não necessariamente no pênis.
*Inst Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, São Paulo
8. HIGIENE PESSOAL:
n Nesse terreno, não dá para descuidar nem um pouquinho. Sua saúde está em jogo.
n Os órgãos genitais são uma região do corpo super sensível e sujeita a contaminações. Sem os cuidados necessários, você pode ser vítima de uma série de infecções.
8.1 Na mulher:
n Um dos problemas que mais afeta a saúde da mulher é o corrimento vaginal.Também chamado de vulvovaginite é uma das causas mais frequentes de visita ao ginecologista.
n Se manifesta através de corrimento vaginal, associado a um ou mais desses sintomas: coceira, dor ou ardor ao urinar, odor e incômodo pélvico
n Dedique especial atenção à higiene íntima. É fundamental manter a região em condições de se evitar a instalação de fungos ou bactérias!
n Evite desodorantes íntimos, sabonetes em comum, roupas apertadas, não porosas.
8.2 No homem:
ATENÇÃO NO BANHO :
n O pênis possui muitas glândulas que produzem secreções, por isso a higiene é tão importante. Se ficarem acumuladas sob a pele que recobre a cabeça do membro, essas secreções podem causar infecção.
n Atenção a região anal, pois devido os homens terem mais pelos que as mulheres na região anal, os resíduos das fezes podem trazer contaminação; opte por aparar o excesso ou depilar com cera.
QUANDO URINAR...
n Certifique-se de que não restou urina nas dobras da pele. Se usar papel higiênico, tome cuidado para não deixar resíduos de papel que podem causar irritação.
n Lavar as mãos antes/depois de urinar é outra medida imprescindível: o pênis está limpo e pode se contaminar com alguma impureza presente nas mãos.
Após as relações sexuais:
n Lavar o pênis após a relação sexual é extremamente indispensável para eliminar as secreções da vagina ou anal.
n Cortar o excesso de pelos desta região para não ferir a glande quando estes ficam enroscados nela evitando ferimentos locais;
n Evitar calças e cuecas apertadas que levam a traumas contínuos na pele dos testículos;
n Não ficar apertando pequenas espinhas ou cistos (caroços) na pele do escroto, pois podem infeccionar e causar sérios problemas locais;
n Faça higiene local aprimorada e enxugar bem para evitar assadura, principalmente no verão.
n Use cuecas de preferência de algodão para evitar alergias a outros tecidos.
Auto exame:
n Também é importante o auto-exame dos testículos para detectar qualquer anormalidade local. Pequenos tumores ou cistos devem ser vistos por um urologista de imediato para fazer a prevenção do câncer de testículo.Você deve se examinar e conhecer cada detalhe do seu corpo.
n De maneira geral, faça a cada 15 dias um exame geral em seus genitais. Pegue um bom espelho, e examine cada centímetro do seu perineo (região genital), do pénis, do escroto e no caso de verificar: a)verrugas, b)borbulhas, c)ferimentos, d)manchas, e)microorganismos ou qualquer coisa grudada nos pelos, f)secreção branca,amarelada ou esverdeada no canal do pênis.
n Consulte um urologista o mais breve possível para tirar a sua dúvida.Quanto mais precoce qualquer tratamento, mais fácil a cura.A prevenção é o melhor caminho para evitar o câncer de próstata.
9. CÂNCER DE MAMA:
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- É o resultado do crescimento descontrolado de algumas células do nosso corpo, que começam a se multiplicar sem parar e formam o tumor maligno. Se a doença demora para ser descoberta e tratada, esse tumor cresce cada vez mais e pode levar a pessoa à morte.
- Aparece só em mulheres mais velhas?
- Não. Ele atinge principalmente mulheres acima de 40 anos, mas também pode aparecer nas mais jovens. As mulheres entre 50 e 60 anos são as mais atingidas.
- Por que aparece?
- Não há um motivo determinado, mas alguns fatores contribuem para as chances da doença aumentarem. Para começar, o fato de ser mulher. Depois, outros fatores, como a filha, mãe ou irmã ter apresentado câncer de mama antes dos 50 anos, ou, em qualquer idade, câncer nas duas mamas ou de ovário. Fale com o seu médico sobre outros fatores de risco.
Alguns fatores de risco:
· - Sexo: ser mulher é o principal fator de risco para desenvolver a doença. Homens também podem ter a doença, mas ela é 100 vezes mais comum em mulheres.
· - Idade: o risco de desenvolver a doença aumenta com a idade. Ao redor de 18% dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres com aproximadamente 40 anos, e 77% em mulheres com 50 anos de idade ou mais.
· - Histórico familiar: ter mãe, irmã ou filha com a doença aumenta o risco de a mulher ter a doença, entretanto, o exato risco é desconhecido. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama em pai ou irmão também possuem risco aumentado. Ao redor de 20% a 30% das mulheres portadoras de câncer de mama possuem parente com o mesmo diagnóstico
· - Histórico pessoal de câncer de mama: mulheres que tiveram câncer em uma mama têm maior risco (3 a 4 vezes mais) de ter câncer na outra mama, ou mesmo em outra parte da primeira. Não se trata de recidiva (volta do câncer), mas de um novo tumor na mesma mama.
· - Período menstrual: mulheres que começaram a menstruar cedo (antes dos 12 anos) ou que entraram na menopausa após os 55 anos têm risco ligeiramente maior de ter câncer de mama.
· Não ter filhos: mulheres que não tiveram filhos ou só tiveram depois dos 30 anos, têm risco levemente aumentado de ter câncer de mama. Ter mais de um filho quando jovem reduz o risco de câncer de mama.
· - Gravidez e amamentação: alguns estudos mostram que amamentar reduz levemente o risco de câncer de mama, especialmente se a mãe amamenta por um ano e meio ou dois. Porém, outros estudos não demonstraram o impacto da amamentação sobre o risco do câncer de mama. O motivo parece ser o fato de a amamentação reduzir o número de períodos menstruais da mulher, assim como a gravidez. Um dos motivos para o aumento dos casos de câncer de mama é uma conjugação de fatores comportamentais: as mulheres menstruam mais cedo, têm filhos mais tarde (após os 30 anos) e menos filhos que suas avós e bisavós. Isso significa que suas células da mama são expostas a mais estrogênio.
· - Consumo de álcool: o consumo de bebidas alcoólicas está claramente associado a aumento do risco de ter câncer de mama. Mulheres que bebem uma dose de álcool por dia têm risco levemente maior. As que bebem de 2 a 5 doses diárias têm risco uma vez e meia maior do que as que não bebem.
· - Alimentação: ter excesso de peso está associado a maior risco de câncer de mama, especialmente se o aumento de peso ocorreu na idade adulta ou após a menopausa. O risco parece maior se a gordura se concentra na região da cintura. A recomendação dos especialistas é de uma dieta equilibrada, rica em fibras e com pouca gordura, evitando-se principalmente as carnes vermelhas.
· - Exercícios: estudos mostram que a prática regular de atividade física reduz as chances de ter câncer de mama
- Se uma mulher na família teve a doença, todas terão
- As chances são maiores, por isso o cuidado deve ser redobrado. Especialmente se for irmã ou mãe e a doença tiver aparecido antes dos 50 anos. Mas não quer dizer que basta isso para se ter câncer de mama. Aliás, a maioria dos casos é de mulheres que nunca souberam de câncer na família.
- Por que aumentam tanto os casos?
Por que o estilo de vida da sociedade mudou muito nas ultimas décadas, e as mulheres, em especial, passaram a sofrer mais com o estresse e hábitos prejudiciais à saúde, como fumar e consumir bebidas alcoólicas em excesso. Além disso, ter filhos ou amamentar já não é desejo de todas. Vale lembrar que fatores externos, como uma maior exposição a poluentes, também podem influenciar no aumento dos casos de câncer em geral.
Sim, mas fica mais difícil dependendo da demora no diagnóstico e do início do tratamento. O câncer de mama tem chance de cura de 95%, mas apenas se for descoberto logo no início.
Principalmente com a mamografia, que consegue descobrir tumores mesmo quando ainda são muito pequenos. É um exame que faz um raio-X das mamas, posicionando-as entre duas placas.
Pode causar algum incômodo em mulheres com maior sensibilidade, mas é totalmente suportável. O melhor é sempre fazer o exame uma semana depois da menstruação.
Sim, mas é o médico que determina quando é o momento para começar a fazer o exame como rotina. A doença atinge principalmente mulheres entre 50 e 69 anos, mas o SUS garante mamografia gratuita para todas as mulheres a partir de 40 anos. Vale lembrar que, quando a mulher está dentro de um grupo de risco, deve começar a fazer o exame ainda mais cedo. Por isso é importante conversar com seu médico e receber todas as orientações.
O câncer pode não dar sinal nenhum no início, por isso é importante ter os exames de rotina em dia. Com o desenvolvimento da doença, o sinal externo que mais aparece é o caroço nas mamas ou nas axilas. Além disso, a pele e o formato das mamas podem mudar ou o bico soltar uma secreção.
Não. Em cerca de 80% dos casos, os caroços (chamados de nódulos) são benignos. Mulheres jovens muitas vezes apresentam vários nódulos na mama que podem ser percebidos em alguns momentos do ciclo menstrual. É preciso sempre consultar o médico.
Ter hábitos saudáveis e cuidar da qualidade de vida ajuda muito – mas, ainda assim, a doença pode aparecer. Na verdade, basta ser mulher para ter uma chance razoável. Para se ter idéia, 1 em cada 8 mulheres terá câncer de mama em alguma fase da vida.
Menstruar antes dos 12 anos ou chegar à menopausa depois dos 55 aumentam as chances. Alguns estudos também mostram que há mais risco quando a mulher não teve filhos, engravidou pela primeira vez após os 30 anos ou é obesa.
Devem consultar o médico regularmente e fazer exames mais precisos, como a mamografia, antes mesmo de chegar aos 40 anos.
Sim, ele faz isso durante o exame clínico das mamas, que é muito importante para ver se está tudo bem. Este exame deve ser anual e todas as mulheres, seja qual for a idade, devem fazer.
Peça, é um direito seu – seja na rede particular ou no Sistema Único de Saúde (SUS). Peça também orientações sobre o autoexame. Não admita recusas!
Não, pois se a mulher consegue encontrar o tumor quando apalpa as mamas, geralmente é sinal de que ele já não está em fase tão inicial. Este exame é maravilhoso para você conhecer seu corpo ou até encontrar outras alterações importantes em suas mamas. Mas essa não é a única forma de você descobrir um câncer. Consulte o seu médico anualmente. Faça a mamografia. Proteja-se.
Fonte: http://www.avoncontraocancerdemama.com.br
O câncer de mama, em especial, é considerado raro entre adolescentes, mas o número de casos vem crescendo a cada ano. Ele atinge pelo menos uma em cada 100 mulheres diagnosticadas com câncer de mama no Brasil entre os 13 e 16 anos - 1% das adolescentes brasileiras - segundo o diretor do departamento de Mastologia do hospital Pérola Biynton, em São Paulo (SP), Luiz Henrique Gebrin. O médico diz que, nesses casos, o agravante é que o câncer nos adolescentes costuma ser mais agressivo do que nos adultos, e são mais dificeis de serem diagnosticados.
Fonte: http://noticias.r7.com/saude/noticias/cancer-e-mais-agressivo-em-mulheres-jovens-20091002.html
![]() Meninas que fumam correm mais riscos de ter tumor |
10. SEXUALIDADE ADOLESCENTE: MITOS E VERDADES
Se você é uma adolescente, está na hora de desfazer alguns tabus:

· Sim, a primeira relação engravida.
· Sim, transar em pé engravida.
· Sim, transar dentro da banheira ou da piscina engravida.
· Sim, é possível uma gravidez se você for virgem, mas houver contato com esperma.
· Sim, o líquido que sai antes da ejaculação pode engravidar.
· Tabela em adolescente falha muito!!!
· Adolescente não tem dia fértil, todos os dias podem ser férteis.
· Camisinha não é só para "ficar". É para namoro também, ou esse será seu primeiro e único namorado? (Se você acredita em história de fadas é melhor não ter relações sexuais ainda...)
· Se você é suficientemente madura(o) para transar, por que não escolher um método anticoncepcional eficiente?
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10. DÍCIONÁRIO DE SEXUALIDADE:
- Anticoncepcional: método utilizado pelas mulheres que impede a gravidez (pílula);
- Anorgasmia: dificuldade de sentir prazer sexual, o orgasmo.Causas mais comuns: disfunção orgânica, fatores psicológicos traumáticos, fatores ansiogênicos.
- Bissexualidade: individuo que sente atração e pode ter relações sexuais tanto com homens como com mulheres, sem prévia alteração da sua identidade sexual;
- Camisinha: também conhecido como Condom, é um tipo de capuz que reveste o pênis, e funciona como protetor, impedindo a passagem do esperma para a vagina, impedindo a concepção, além de proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis. É feito de látex, fino, resistente;
- Candidíase: formação de fungos na vagina, por contaminação de fungos do tipo cândida. Causa infecções, provocando irritação, incomodo e tem como característica principal o corrimento vaginal. Possui tratamento eficaz, quando diagnosticada a tempo;
- Clitóris: protuberância carnuda, localizada na parte superior da vagina.Tem como função exclusiva proporcionar prazer.Quando excitado, torna-se enrijecido, quando acariciado, torna o toque altamente prazeroso para a mulher;
- Coito: relação sexual propriamente dita;
- Coito interrompido: retirar o pênis da vagina, imediatamente, antes da ejaculação, uma forma primária de evitar a gravidez. Forma muito ineficaz de proteger-se de uma gravidez não desejada;
- Colo do útero: localizado no fundo da vagina, tem como função receber os espermatozóides por um pequeno orifício;
- Concepção: momento exato em que o espermatozóide se junta com o óvulo, dando origem a uma nova vida;
- Dispaurenia: dor recorrente e persistente que ocorre antes, durante ou após o intercurso, em um homem ou em uma mulher. É mais comum em mulheres, e pode estar relacionado com o vaginismo;
- Ejaculação: expulsão do sêmem pelo pênis do homem, ocorrendo normalmente quando o homem atinge o orgasmo;
- Anorgasmia: dificuldade de sentir prazer sexual, o orgasmo.Causas mais comuns: disfunção orgânica, fatores psicológicos traumáticos, fatores ansiogênicos.
- Bissexualidade: individuo que sente atração e pode ter relações sexuais tanto com homens como com mulheres, sem prévia alteração da sua identidade sexual;
- Camisinha: também conhecido como Condom, é um tipo de capuz que reveste o pênis, e funciona como protetor, impedindo a passagem do esperma para a vagina, impedindo a concepção, além de proteger contra as doenças sexualmente transmissíveis. É feito de látex, fino, resistente;
- Candidíase: formação de fungos na vagina, por contaminação de fungos do tipo cândida. Causa infecções, provocando irritação, incomodo e tem como característica principal o corrimento vaginal. Possui tratamento eficaz, quando diagnosticada a tempo;
- Clitóris: protuberância carnuda, localizada na parte superior da vagina.Tem como função exclusiva proporcionar prazer.Quando excitado, torna-se enrijecido, quando acariciado, torna o toque altamente prazeroso para a mulher;
- Coito: relação sexual propriamente dita;
- Coito interrompido: retirar o pênis da vagina, imediatamente, antes da ejaculação, uma forma primária de evitar a gravidez. Forma muito ineficaz de proteger-se de uma gravidez não desejada;
- Colo do útero: localizado no fundo da vagina, tem como função receber os espermatozóides por um pequeno orifício;
- Concepção: momento exato em que o espermatozóide se junta com o óvulo, dando origem a uma nova vida;
- Dispaurenia: dor recorrente e persistente que ocorre antes, durante ou após o intercurso, em um homem ou em uma mulher. É mais comum em mulheres, e pode estar relacionado com o vaginismo;
- Ejaculação: expulsão do sêmem pelo pênis do homem, ocorrendo normalmente quando o homem atinge o orgasmo;
- Ejaculação precoce: disfunção sexual, descontrole da ejaculação. O homem acaba ejaculando antes do tempo desejado, o que impede o a satisfação da parceira. Causa desconforto, culpa e ansiedade. Tem tratamentos alternativos;
- Ereção: enrijecimento do pênis é quando ele fica duro, ocorre quando o homem está excitado. Pode ocorrer a ereção espontânea que é causada por sinais enviados pelo cérebro;
- Escroto: chamado popularmente de “saco”, onde se situa duas glândulas, que são responsáveis pela fabricação dos espermatozóides;
- Esmegma: mistura de células com aspecto pastoso que se acumula no prepúcio do pênis, ou ainda em volta dos lábios da vulva. Essa formação é inibida por uma higiene rigorosa;
- Espermatozóide: gameta masculino da reprodução, produzido nos testículos;
- Gameta: cada uma das duas células sexuais maduras em que ocorre a fecundação;
- Genitália: órgãos sexuais aparentes, tanto nos homens quanto nas mulheres;
- Glande: cabeça do pênis;
- Glândulas sexuais: responsáveis pelos hormônios sexuais. As masculinas são produzidas pelos testículos e as femininas pelos ovários;
- Gônada: glândula produtora de gametas;
- Hermafrodita: o verdadeiro hermafrodita é aquele que possui dois sexos, ou seja, nasce com testículos e ovários;
- Herpes genital: doença sexualmente transmissível produz feridas na área genital, não existe cura definitiva;
- Heterossexual: atração sentida por indivíduos de sexo opostos (homem por mulher e vice versa);
- Hímem: membrana que reveste a entrada da vagina e que é rompida ou não na primeira relação sexual;
- Homossexual: atração sentida por indivíduos do mesmo sexo;
- Hormônios: produzidos pelas glândulas endócrinas, coordenam o funcionamento e atividades do corpo e seu amadurecimento sexual;
- Identidade sexual: refere-se às características sexuais biológicas, como: cromossomos, genitália externa e interna, composição hormonal, gônadas e características sexuais secundárias. No desenvolvimento normal, formam um padrão coeso de modo que a pessoa não tem dúvidas quanto ao seu sexo;
- Identidade de gênero: o sentido que o individuo tem sobre sua masculinidade ou feminilidade;
- Lábios: saliências que contornam a vulva existem dois pares que são chamados de grandes lábios (externos) e os pequenos lábios (internos), normalmente um é maior que o outro;
- Lésbica: mulher que sente atração por outra mulher (homossexual feminino);
- Masturbação; auto-excitação, ato de se tocar com as próprias mãos, com intenção de obter prazer físico, pela fricção das próprias mãos aos genitais, sentir orgasmo;
- Menarca: primeira menstruação ocorre normalmente a partir dos dez anos, dando inicio a maturidade sexual da mulher;
- Menopausa: período em que a mulher pára de menstruar, significa o fim da vida sexual produtiva da mulher, pode ocorrer por volta dos 45 e 55 anos de idade;
- Menstruação: fenômeno que ocorre mensalmente na vida da mulher que não foi fertilizada. Descascamento do revestimento interno do útero, eliminado pela vagina com uma pequena quantidade de sangue, acontecendo em períodos de 28 a 30 dias;
- Monte de Vênus: elevação de tecido macio localizado acima da vagina protegendo o osso púbico;
- Orientação sexual: descreve o objeto dos impulsos sexuais de uma pessoa: o heterossexual( sexo oposto); o homossexual( mesmo sexo) ou bissexual( ambos os sexos);
- Orgasmo: sensação única e indescritível de prazer máximo que ocorre na plenitude sexual. Também chamado de gozo;
- Ovários: glândulas sexuais femininas em número de duas, responsáveis pelos hormônios sexuais femininos, localizam-se na parte superior do útero;
- Ovulação: rompimento do óvulo da parede do ovário pela trompa de Falópio. Ocorre normalmente, 14 dias após a menstruação, preparando-se para a fecundação;
- Óvulo: célula da vida, liberada pelo ovário da mulher, ao se juntar com o gene masculino, se transforma em uma vida;
- Pêlos pubianos: pêlos que cobrem a região do púbis, nos homens acima do pênis e nas mulheres acima da vagina, seu aparecimento é o primeiro sinal do inicio da maturidade sexual, inicia-se na puberdade;
- Pênis: órgão sexual masculino, com um único orifício para a função de urinar e atividades sexuais;
- Polução noturna: ejaculação que ocorre durante o sono do homem, em geral, provocada por sonho erótico;
- Prepúcio: pele protetora que cobre a cabeça do pênis, retirada na cerimônia de circuncisão por algumas religiões;
- Prepúcio clitoriano: proteção dos pequenos lábios, que como um capuz protege o clitóris;
- Próstata: glândula localizada abaixo da bexiga, responsável pela produção do liquido seminal;
- Puberdade: período pré-adolescente, em que o desenvolvimento sexual se processa, onde se inicia a maturidade sexual, numa preparação para a reprodução;
- Sêmem: liquido expelido pelo pênis, de cor esbranquiçada e viscosa, condutor do espermatozóide com o liquido seminal;
- Sexo vaginal: introdução do pênis na vagina, com finalidade de prazer ou procriação;
- Sexo oral: estimulação dos órgãos pela boca;
- Sexo anal: introdução do pênis no ânus, com a finalidade de obter prazer;
- Terapia sexual: A psicoterapia sexual pode ser considerada como uma abordagem técnica para trabalhar com as inadequações do casal, as disfunções sexuais, etc...Uma forma de terapia breve;
- Tensão pré-menstrual: chamada de TPM pode não ocorrer com todas as mulheres; é uma quantidade considerável de desconforto físico, emocional e, muitas vezes, psicológico, provocado por alteração hormonal;
- Testículos: são duas glândulas sexuais masculinas localizadas no escroto (saco) responsáveis pela produção de esperma assim como hormônios sexuais masculinos;
- Testosterona: hormônios sexuais, presentes tanto no homem como na mulher, sendo sua presença, em média, sete vezes maior no homem;
- Uretra: canal existente no pênis e na vagina por onde a urina é eliminada, no homem é o canal da ejaculação;
- Útero: local onde o feto se desenvolve, pode ser chamada de maternidade intra-uterina, existente só na mulher;
- Vagina: passagem que liga a vulva ao útero, na relação sexual recebe o pênis em seu interior e no parto dilata e dá passagem a criança;
- Vaginismo: disfunção sexual que apresenta com conseqüência a dificuldade de relaxamento da vagina, provocando dor durante a relação sexual, fatores psicológicos e experiências traumáticas são basicamente psicológicos, como por exemplo, um estupro;
- Virgem: pessoa que nunca teve experiência sexual completa com rompimento de hímem;
- Vulva: órgão sexual externo feminino.
- Zonas erógenas: toda e qualquer parte do corpo que proporcionam prazer sexual quando tocadas e estimuladas.
- Ereção: enrijecimento do pênis é quando ele fica duro, ocorre quando o homem está excitado. Pode ocorrer a ereção espontânea que é causada por sinais enviados pelo cérebro;
- Escroto: chamado popularmente de “saco”, onde se situa duas glândulas, que são responsáveis pela fabricação dos espermatozóides;
- Esmegma: mistura de células com aspecto pastoso que se acumula no prepúcio do pênis, ou ainda em volta dos lábios da vulva. Essa formação é inibida por uma higiene rigorosa;
- Espermatozóide: gameta masculino da reprodução, produzido nos testículos;
- Gameta: cada uma das duas células sexuais maduras em que ocorre a fecundação;
- Genitália: órgãos sexuais aparentes, tanto nos homens quanto nas mulheres;
- Glande: cabeça do pênis;
- Glândulas sexuais: responsáveis pelos hormônios sexuais. As masculinas são produzidas pelos testículos e as femininas pelos ovários;
- Gônada: glândula produtora de gametas;
- Hermafrodita: o verdadeiro hermafrodita é aquele que possui dois sexos, ou seja, nasce com testículos e ovários;
- Herpes genital: doença sexualmente transmissível produz feridas na área genital, não existe cura definitiva;
- Heterossexual: atração sentida por indivíduos de sexo opostos (homem por mulher e vice versa);
- Hímem: membrana que reveste a entrada da vagina e que é rompida ou não na primeira relação sexual;
- Homossexual: atração sentida por indivíduos do mesmo sexo;
- Hormônios: produzidos pelas glândulas endócrinas, coordenam o funcionamento e atividades do corpo e seu amadurecimento sexual;
- Identidade sexual: refere-se às características sexuais biológicas, como: cromossomos, genitália externa e interna, composição hormonal, gônadas e características sexuais secundárias. No desenvolvimento normal, formam um padrão coeso de modo que a pessoa não tem dúvidas quanto ao seu sexo;
- Identidade de gênero: o sentido que o individuo tem sobre sua masculinidade ou feminilidade;
- Lábios: saliências que contornam a vulva existem dois pares que são chamados de grandes lábios (externos) e os pequenos lábios (internos), normalmente um é maior que o outro;
- Lésbica: mulher que sente atração por outra mulher (homossexual feminino);
- Masturbação; auto-excitação, ato de se tocar com as próprias mãos, com intenção de obter prazer físico, pela fricção das próprias mãos aos genitais, sentir orgasmo;
- Menarca: primeira menstruação ocorre normalmente a partir dos dez anos, dando inicio a maturidade sexual da mulher;
- Menopausa: período em que a mulher pára de menstruar, significa o fim da vida sexual produtiva da mulher, pode ocorrer por volta dos 45 e 55 anos de idade;
- Menstruação: fenômeno que ocorre mensalmente na vida da mulher que não foi fertilizada. Descascamento do revestimento interno do útero, eliminado pela vagina com uma pequena quantidade de sangue, acontecendo em períodos de 28 a 30 dias;
- Monte de Vênus: elevação de tecido macio localizado acima da vagina protegendo o osso púbico;
- Orientação sexual: descreve o objeto dos impulsos sexuais de uma pessoa: o heterossexual( sexo oposto); o homossexual( mesmo sexo) ou bissexual( ambos os sexos);
- Orgasmo: sensação única e indescritível de prazer máximo que ocorre na plenitude sexual. Também chamado de gozo;
- Ovários: glândulas sexuais femininas em número de duas, responsáveis pelos hormônios sexuais femininos, localizam-se na parte superior do útero;
- Ovulação: rompimento do óvulo da parede do ovário pela trompa de Falópio. Ocorre normalmente, 14 dias após a menstruação, preparando-se para a fecundação;
- Óvulo: célula da vida, liberada pelo ovário da mulher, ao se juntar com o gene masculino, se transforma em uma vida;
- Pêlos pubianos: pêlos que cobrem a região do púbis, nos homens acima do pênis e nas mulheres acima da vagina, seu aparecimento é o primeiro sinal do inicio da maturidade sexual, inicia-se na puberdade;
- Pênis: órgão sexual masculino, com um único orifício para a função de urinar e atividades sexuais;
- Polução noturna: ejaculação que ocorre durante o sono do homem, em geral, provocada por sonho erótico;
- Prepúcio: pele protetora que cobre a cabeça do pênis, retirada na cerimônia de circuncisão por algumas religiões;
- Prepúcio clitoriano: proteção dos pequenos lábios, que como um capuz protege o clitóris;
- Próstata: glândula localizada abaixo da bexiga, responsável pela produção do liquido seminal;
- Puberdade: período pré-adolescente, em que o desenvolvimento sexual se processa, onde se inicia a maturidade sexual, numa preparação para a reprodução;
- Sêmem: liquido expelido pelo pênis, de cor esbranquiçada e viscosa, condutor do espermatozóide com o liquido seminal;
- Sexo vaginal: introdução do pênis na vagina, com finalidade de prazer ou procriação;
- Sexo oral: estimulação dos órgãos pela boca;
- Sexo anal: introdução do pênis no ânus, com a finalidade de obter prazer;
- Terapia sexual: A psicoterapia sexual pode ser considerada como uma abordagem técnica para trabalhar com as inadequações do casal, as disfunções sexuais, etc...Uma forma de terapia breve;
- Tensão pré-menstrual: chamada de TPM pode não ocorrer com todas as mulheres; é uma quantidade considerável de desconforto físico, emocional e, muitas vezes, psicológico, provocado por alteração hormonal;
- Testículos: são duas glândulas sexuais masculinas localizadas no escroto (saco) responsáveis pela produção de esperma assim como hormônios sexuais masculinos;
- Testosterona: hormônios sexuais, presentes tanto no homem como na mulher, sendo sua presença, em média, sete vezes maior no homem;
- Uretra: canal existente no pênis e na vagina por onde a urina é eliminada, no homem é o canal da ejaculação;
- Útero: local onde o feto se desenvolve, pode ser chamada de maternidade intra-uterina, existente só na mulher;
- Vagina: passagem que liga a vulva ao útero, na relação sexual recebe o pênis em seu interior e no parto dilata e dá passagem a criança;
- Vaginismo: disfunção sexual que apresenta com conseqüência a dificuldade de relaxamento da vagina, provocando dor durante a relação sexual, fatores psicológicos e experiências traumáticas são basicamente psicológicos, como por exemplo, um estupro;
- Virgem: pessoa que nunca teve experiência sexual completa com rompimento de hímem;
- Vulva: órgão sexual externo feminino.
- Zonas erógenas: toda e qualquer parte do corpo que proporcionam prazer sexual quando tocadas e estimuladas.
Aparelho reprodutor feminino externo e interno:

Aparelho reprodutor masculino externo e interno:

Direitos, Cidadania
Você precisa saber...
São Direitos Humanos já reconhecidos em leis nacionais e documentos internacionais.
Direitos reprodutivos
· Direito das pessoas de decidirem, de forma livre e responsável, se querem ou não ter filhos, quantos filhos desejam ter e em que momento de suas vidas.
· Direito a informações, meios, métodos e técnicas para ter ou não ter filhos.
· Direito de exercer a sexualidade e a reprodução livre de discriminação, imposição e violência.
Direitos sexuais
· Direito de viver e expressar livremente a sexualidade sem violência, discriminações e imposições e com respeito pleno pelo corpo do(a) parceiro(a).
· Direito de escolher o(a) parceiro(a) sexual.
· Direito de viver plenamente a sexualidade sem medo, vergonha, culpa e falsas crenças.
· Direito de viver a sexualidade independentemente de estado civil, idade ou condição física.
· Direito de escolher se quer ou não quer ter relação sexual.
· Direito de expressar livremente sua orientação sexual: heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade, entre outras.
· Direito de ter relação sexual independente da reprodução.
· Direito ao sexo seguro para prevenção da gravidez indesejada e de DST/HIV/AIDS.
· Direito a serviços de saúde que garantam privacidade, sigilo e atendimento de qualidade e sem discriminação.
· Direito à informação e à educação sexual e reprodutiva.
ž Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha):cria mecanismos para coibir a violência familiar contra a mulher.
ž Lei 9.263 (Lei de Planejamento Familiar):dispõe sobre o planejamento familiar.
ž Código Penal Brasileiro –art. 123 à 127: dispõe sobre a prática de aborto como crime contra a vida.
ž Código Penal Brasileiro – art.128: dispõe sobre os casos em que não se pune a prática de aborto.
ž Código Penal Brasileiro – art.244: dispõe sobre os crimes contra a assistência familiar (Pensão alimentícia)
ž Código Penal Brasileiro – art.213 à 216: dispõe sobre os crimes contra os costumes.(estupro,atentado violento ao pudor,assédio sexual)
ž Estatuto da Criança e do Adolescente – art. 243: dispõe sobre crimes de assédio e abuso contra a contra e o adolescente.
GUIA DE LEITURA E SITES:
n Dicionário de Orientação Sexual p/adolescentes; Gill Mullimar;
n 500 perguntas sobre sexo do adolescente:Laura Muller
n Sexo: é hora de conhecer; Drica Pinotti
n Sexo&Amor: Uma aprendizagem p/adolescentes; Paula Simões Dantas;
n Sexo&Cia: Jairo Bouer;
n Sexo para adolescentes; Marta Suplicy
n Puberdade e Adolescência; Içami Timba
n Adolescentes, quem ama educa; Içami Timba
